Documentário retrata a importância artística de Syd Barret, o criador do Pink Floyd e sua jornada lisérgica da qual ele jamais retornou

Documentário retrata a importância artística de Syd Barret, o criador do Pink Floyd e sua jornada lisérgica da qual ele jamais retornou

“Have You Got It Yet? – The Story of Syd Barrett and Pink Floyd” é um retrato do fundador da lendária banda britânica. Barret morreu sozinho e longe dos grandes sucessos da banda, como The Wall. Mas sem ele, o icônico grupo não existiria.

Se o Pink Floyd foi uma das referências musicais que soaram nos psicodélicos anos 60 e 70, Syd Barrett foi sem dúvida o capitão do navio lisérgico. Mas pouco se sabe sobre o fundador e primeiro líder da icônica banda britânica. Ele morreu em 2006, aos 60 anos e se afastou tanto de seus amigos de juventude quanto dos sucessos de The Dark Side of the Moon e The Wall. Agora, um documentário não só destaca o papel crucial que Barrett teve na criatividade artística da época e do próprio grupo, com testemunhos de Roger Waters e David Gilmour, entre outros. Também se desencadeia o mito sobre seu colapso mental causado por uma suposta viagem de LSD da qual ele nunca mais conseguiu retornar. “Syd Barrett e a origem do Pink Floyd” está disponível nas plataformas de streaming desde o início do ano.

O documentário é dirigido por Roddy Bogawa e Storm Thorgerson, o artista que criou as icônicas capas dos álbuns do Pink Floyd. Além disso, era amigo de Barrett e pretendia homenageá-lo com este filme. Ele morreu em abril do ano passado, seis meses antes da estreia em Londres. Syd Barrett e a origem do Pink Floyd  é o retrato de um dos maiores psiconautas da história; uma vida que teve uma tremenda ascensão ao estrelato, impulsos artísticos e destrutivos e uma morte solitária.

Em um primeiro momento, é contado o quão pouco o músico se importava em ser compreendido. Daí o título: “Have You Got It Yet?” (Você já conseguiu?), que era a pergunta que sempre fazia aos colegas quando ele apresentava uma composição, tocando-a várias vezes seguidas sem que as versões fossem semelhantes entre si. “Talvez nunca tivéssemos percebido”, diz Nick Mason, histórico baterista do Pink Floyd. O filme então se volta para a queda de Barrett na doença mental e demonstra o quão falso isso foi causado por um hábito involuntário de tomar LSD todos os dias.

Então, o que aconteceu com Barrett? Ter consumido LSD em grandes quantidades é algo confirmado por todos os entrevistados. Até o próprio diretor Thorgerson, que diz tê-lo acompanhado na primeira experiência com ácido. Mas o mais importante foi sua predisposição genética para sofrer um surto psicótico e não resistir à pressão da mídia causada pela ascensão do Pink Floyd, segundo Waters.

O documentário conta o momento em que a banda decide expulsar Barrett. A sua crescente instabilidade psicológica era diretamente proporcional à sua falta de compromisso com o resto do grupo. Então o Pink Floyd traz David Gilmour para substituir as noites em que Barrett esteve ausente dos shows sem avisar. Até que um dia eles finalmente o expulsaram. Mas o filme também mostra como Waters, Gilmour e outros membros não abandonaram completamente o velho amigo. Entre muitas dificuldades está como o ajudaram a gravar seus primeiros discos solo e um fato inédito é revelado. Em um salto de dez anos de história, é mostrado quando Barrett apareceu no estúdio Abbey Road no exato momento em que estava sendo gravado Wish You Were Here, o álbum dedicado a Barrett, a quem demorou alguns minutos para ser reconhecido pela sua aparência totalmente deteriorada.

“Provavelmente fizemos tudo o que podíamos por ele, mesmo sendo todos muito jovens. Mas me arrependo de algumas coisas”, diz Gilmour. Mais tarde, ele afirma que nunca o visitou. “A família dele desaconselhou porque ele não gostava de ser lembrado de seu passado, mas lamento nunca ter ido para sua casa e batido em sua porta”. “Acho que teria sido bom para Syd e para mim se tivéssemos ido à casa dele tomar uma xícara de chá”, diz ele. “Obrigado por gentilmente me levar de volta no tempo”, Waters encerra o documentário Have You Got It Yet? – The Story of Syd Barrett and Pink Floyd.

Referência de texto: Cáñamo

Queimando mitos: 16 mitos sobre a maconha que muitos ainda acreditam

Queimando mitos: 16 mitos sobre a maconha que muitos ainda acreditam

Ainda existem muitas lendas que envolvem a maconha. No post de hoje, “queimaremos” 16 dos mitos mais comuns sobre a cannabis.

Embora alguns lugares tenham legalizado a maconha até certo ponto, e outros em breve farão o mesmo, ainda existem muitas lendas em torno desta planta. A maioria contradiz a ciência, mas os proibicionistas continuam a usá-los para sustentar seus argumentos preconceituosos.

Em contrapartida, também existem mitos excessivamente otimistas que apresentam a maconha como uma substância milagrosa com quase nenhum aspecto negativo; o que também é prejudicial para a imagem desta planta.

Queimando 16 mitos sobre a maconha

Vamos nos aprofundar em dezesseis principais mitos que cercam a maconha, levando em consideração os preconceitos que existem em ambos os lados. Assim como muitos grupos proibicionistas se dedicam a distorcer a realidade, apoiadores ferrenhos também criaram suas próprias lendas. Com a ajuda de uma abordagem imparcial, enfrentaremos os mitos mais difundidos sobre a maconha, na esperança de obter uma imagem mais transparente dessa planta.

Mito 1: “Cannabis Medicinal” é diferente de “Maconha”

“Cannabis” é o nome científico da maconha. “Maconha” é o nome popular da cannabis. A verdade é que a planta é mesma, o que muda é a finalidade do uso. O que não quer dizer que se você estiver fumando um baseado – que chamam “uso recreativo” – não estará fazendo uso terapêutico. Toda maconha contém compostos (como canabinoides, terpenos e flavonoides) que, independente da via de administração, trabalham em conjunto e causam efeitos medicinais.

Mito 2: O CBD não é psicoativo

Ao contrário do que muitos dizem (inclusive médicos e “profissionais” da maconha) o CBD é psicoativo, sim. Um produto químico é considerado psicoativo quando atua primariamente no sistema nervoso central e altera a função cerebral, resultando em alterações temporárias na percepção, humor, consciência ou comportamento. É verdade que o CBD não possui o efeito intoxicante do THC e não resulta em alterações cognitivas óbvias ou efeitos de abstinência. No entanto, o CBD atravessa a barreira hematoencefálica e afeta diretamente o sistema nervoso central, resultando em alterações de humor e percepção.

Mito 3: O uso de maconha aumenta os níveis de criminalidade

Por padrão, a proibição da cannabis transformou seu consumo, cultivo e venda em crime. Essa situação, logicamente, coloca a planta no mercado ilegal junto com outras drogas mais pesadas, como cocaína e heroína. Embora a violência do crime organizado domine esse ambiente, o uso de maconha por si só não leva ao crime; o crime é culpa da proibição.

Quando um mercado legal é estabelecido, as lojas licenciadas e tributadas ​​retiram o negócio da maconha dos comerciantes do mercado ilegal, enfraquecendo o poder do crime organizado.

Além disso, fumar maconha não aumenta a probabilidade das pessoas cometerem crimes. É verdade que muitos criminosos usam cannabis (e outras substâncias em geral), mas a correlação não implica causalidade.

Ao contrário da crença popular, a legalização da maconha não parece ter contribuído para um aumento na taxa de crimes violentos. Curiosamente, muitos proibicionistas ignoram o grande número de crimes violentos relacionados ao uso de álcool, apesar de seu status legal.

Mito 4: A maconha é uma porta de entrada para drogas mais pesadas

Todos nós já ouvimos essa frase na escola. Naquele momento em que grupos antidrogas aparecem diante de centenas de crianças para espalhar a mensagem de que “basta uma tragada em um baseado de maconha”. Embora suas intenções possam ser boas, essas organizações costumam agrupar todas as drogas, transmitindo a ideia de que, uma vez que você experimenta uma, você perde a cabeça e acaba experimentando todas as outras drogas que ver pela frente. Isso não é verdade.

Milhões de usuários de maconha em todo o mundo desfrutam da erva regularmente, sem nem mesmo pensar em drogas mais pesadas. Além disso, muitas pessoas começam a usar drogas pesadas sem experimentar primeiro a maconha. Por fim, sabemos que, antes de fumar um baseado, toda pessoa sempre tem livre acesso ao álcool e tabaco.

Mito 5: A maconha é uma droga perigosa

A alegação de que a cannabis é uma “porta de entrada” é frequentemente baseada no argumento de que, como as drogas pesadas, ela aprisiona o usuário em um ciclo de dependência. No entanto, essa planta difere marcadamente dos mecanismos de dependência de substâncias como o álcool ou a cocaína. Ao contrário dessas drogas, a maconha geralmente não causa vícios graves e sintomas de abstinência.

Mito 6: A maconha não vicia

Embora muitos usuários fumem maconha sem desenvolver dependência, é possível se tornar dependente em certas circunstâncias. Definir exatamente esse vício (dependência física ou dependência psicológica) e seu alcance é complexo; mas é uma possibilidade. Embora alguns defensores da maconha tentem negar isso, a ciência afirma que a cannabis não é uma substância perfeita e totalmente inofensiva.

Embora a maconha possa ajudar as pessoas de muitas maneiras, o transtorno por uso de cannabis é uma coisa real. Ao aumentar os níveis de dopamina e enfraquecer o sistema dopaminérgico com o uso de longo prazo, a maconha pode influenciar os centros de recompensa do cérebro e criar um ciclo de dependência.

No entanto, essa característica não é exclusiva da maconha. Segundo o médico e especialista em vícios Gabor Mate, todos os vícios estão ligados a traumas, e podem se manifestar como uso de maconha, materialismo e obsessão por todos os tipos de fatores externos. Portanto, os proibicionistas da maconha podem ter problemas para usar esse argumento como uma razão para manter a proibição.

Mito 7: É possível ter uma overdose de maconha

Todos os anos, muitas vidas são perdidas para o álcool, tabaco, cocaína, heroína e outras drogas. No entanto, ninguém morre apenas por usar maconha. Por quê? Porque os canabinoides (compostos vegetais ativos) não interagem com a zona do cérebro que regula a respiração.

Overdoses de opioides, por exemplo, ocorrem quando os receptores nos centros respiratórios do cérebro ficam sobrecarregados, criando um efeito depressivo que torna a respiração difícil e pode levar à morte. A maconha não tem o mesmo efeito, razão pela qual nenhuma morte foi registrada exclusivamente atribuída ao uso de cannabis, e a maioria das instituições considera a possibilidade muito remota.

Teoricamente, para ocorrer uma overdose de maconha, teria que fumar entre 238 e 1.113 baseados (15–70 gramas de THC puro) em um único dia, algo praticamente impossível.

Mito 8: Usuários de maconha são preguiçosos

Quem usa maconha enfrenta toda uma série de estereótipos. Além dos rótulos de “viciados” e “drogados”, ser julgado como preguiçoso é provavelmente o mais comum. É verdade que fumar maconha às vezes faz com que as pessoas prefiram deitar no sofá a sair para correr.

No entanto, muitas pessoas ativas e atléticas usam cannabis. Joe Rogan construiu um império em seu podcast enquanto estava sob efeito da erva. Michael Phelps esmagou seus concorrentes na piscina enquanto fumava um bong. Milhares de pessoas bem-sucedidas em todo o mundo consomem maconha em seu tempo livre, da mesma forma com que outras chegam em casa depois do trabalho e abrem uma garrafa de vinho para relaxar.

Mito 9: Diferença entre os efeitos de uma Indica e uma Sativa

A cultura canábica gasta muito tempo desmascarando mitos, mas as pessoas envolvidas neste setor (principalmente autointitulados “profissionais”) também podem ser vítimas de desinformação. Nas últimas décadas, qualquer pessoa com um mínimo de interesse pela maconha falava na diferença entre variedades “indicas” como relaxantes e variedades “sativas” como energéticas.

Desde então, a ciência da cannabis questionou essa ideia, que o neurologista e especialista em cannabis Dr. Ethan Russo chama de “absurda”. Essa categorização poderia ajudar os dispensários a comercializar a maconha, mas não serviria em uma analise rigorosa.

Algumas cepas indicas contêm terpenos energizantes, enquanto algumas sativas são relaxantes para a mente e o corpo. Além disso, plantas da mesma linhagem podem produzir efeitos diferentes quando cultivadas em ambientes diferentes.

No lugar de depender desta forma tão imprecisa de dividir a maconha, a investigação propõe deixar o termo “cepa” e substituí-lo por “quimiovar” (variedade química) para poder termos uma ideia mais precisa dos efeitos e diversidade química de uma planta.

Mito 10: Ressaca de maconha não existe

O debate entre usuários de álcool e maconha continua. Aqueles que defendem a erva costumam argumentar que pela manhã acordam descansados ​​e prontos para a ação. Embora isso seja verdade, fumar 10 gramas na noite anterior pode causar ressaca.

A ressaca da maconha não se compara à devastação causada pelo consumo de álcool. pode influenciar como se sentirá no dia seguinte, causando confusão mental, letargia, olhos vermelhos e dores de cabeça. No entanto, se a erva for consumida com moderação, é possível acordar em ótima forma para realizar as tarefas do dia a dia.

Tal como acontece com a ressaca de álcool, um pouco de água e comida ajudam a voltar ao normal. Mas, ao contrário do álcool, leva muito menos tempo.

Mito 11: A maconha não causa sintomas de abstinência

Embora muitos usuários experientes gostem de acreditar que a maconha não causa sintomas de abstinência, isso infelizmente não é verdade. Como as ressacas, a abstinência da maconha é uma coisa real.

No entanto, semelhante a uma ressaca, os sintomas de abstinência da cannabis são bastante leves, especialmente em comparação com os do álcool, tabaco e outras drogas.

Usuários regulares que param de fumar podem apresentar os seguintes sintomas (que podem variar de pessoa para pessoa) por algumas semanas:

  • Irritabilidade
  • Dores de cabeça
  • Distúrbios de sono
  • Sintomas como os da gripe
  • Sentimento de tristeza e ansiedade

Felizmente, não duram muito e geralmente não são graves. Se desejar aliviar esses sintomas, é melhor manter-se hidratado, fazer uma alimentação saudável, praticar exercícios e técnicas de relaxamento, como a meditação.

Mito 12: Segurar a fumaça aumenta o efeito da maconha

À medida que os amantes da maconha envelhecem, perdem essa competitividade comum entre iniciantes. Os jovens maconheiros costumam se orgulhar de dar fortes tragadas, prender a respiração por um minuto e tolerar melhor a “onda” da erva.

Quando a novidade passa, esses usuários começam a relaxar e entender que cada pessoa gosta de maconha à sua maneira. Também percebem rapidamente que não leva muito tempo para segurar a fumaça e intensificar o efeito.

Na verdade, não há estudos que apoiem ​​a ideia de que prender a respiração aumenta a quantidade de THC absorvida. Pelo contrário, é mais provável que não seja esse o caso.

Todo o THC passa imediatamente dos pulmões para o sangue. Se quiser ficar mais chapado, essa não é a melhor maneira.

Mito 13: A fome que a maconha dá não é real

Pois bem, é sim. A maconha tende a abrir o apetite porque o paladar e o olfato aumentam depois de ingerida, levando a comer mais. Assim são as coisas. Se você come muito depois que fuma, não é sua culpa. Culpe a ciência.

Mito 14: A maconha afeta mais os pulmões que o tabaco.

Sim, a maconha pode afetar os pulmões da mesma maneira que o tabaco. De fato, todos os tipos de toxinas que passam pelos pulmões podem causar doenças como o câncer. No entanto, o perigo do tabaco vai além da maconha, além da sua alta toxicidade, a quantidade de tabaco consumida é muito maior. Os fumantes consomem muito mais cigarros do que o usuário moderados de maconha. Portanto, não se trata tanto do que é melhor, e sim o quanto você fuma.

Mito 15: A maconha mata as células do cérebro

Um estudo de 2015 desmentiu a ideia de que a maconha produz mudanças radicais no cérebro de jovens que consomem maconha habitualmente. Também é verdade que são necessários mais estudos a esse respeito. Estudos também mostram que a maconha é neuroprotetora e induz a neurogênese.

Mito 16: Dirigir sob o efeito da maconha é tão ruim quanto dirigir alcoolizado

Não é verdade. Dirigir bêbado é muito pior. Não há relatos que indiquem claramente que dirigir após fumar um baseado causa tantos acidentes ou mais do que sob a influência do álcool.

Leia mais da série Queimando mitos:

Referências de texto: Royal Queen / Cáñamo

Paul Anderson, que interpreta Arthur Shelby em Peaky Blinders, é multado por uso de drogas em Londres

Paul Anderson, que interpreta Arthur Shelby em Peaky Blinders, é multado por uso de drogas em Londres

O ator britânico Paul Anderson, reconhecido por seu papel como Arthur Shelby na série Peaky Blinders, foi condenado por posse e uso de drogas em um pub de Londres. O artista terá de pagar uma multa de 1.345 libras (R$ 8.400) pela posse de cocaína, anfetaminas, crack, diazepam e pregabalina.

Os acontecimentos ocorreram no dia 26 de dezembro, dia em que é comemorado o feriado do Boxing Day no Reino Unido. O ator estava comemorando em um pub de Londres com alguns amigos. Mas outro frequentador do bar avisou ao gerente do estabelecimento que havia cheiro de fumaça de cocaína e ele chamou a polícia. Quando os policiais chegaram ao local, constataram que Anderson possuía diversas substâncias, inclusive crack. Levaram-no à delegacia e fizeram um exame toxicológico, no qual só houve resultado positivo para opiáceos e cocaína.

Dias atrás, Anderson se declarou culpado no Tribunal de Magistrados de Highbury Corner de quatro acusações diferentes relacionadas ao uso e posse de substâncias proibidas. Agora, um dos principais atores da série de sucesso da Netflix teria que pagar multa. Embora as consequências para o artista possam continuar a partir da condenação social pela sua decisão adulta de usar drogas.

A Netflix está produzindo um filme em que Anderson voltaria para interpretar Arthur Shelby. Mas o spin-off dirigido por Steven Knight poderia dispensar o ator se seguir a condenação judicial por uso de drogas, embora não haja evidências de que Anderson esteja impossibilitado de realizar seu trabalho. Segundo o jornal local Daily Mail, uma fonte próxima à produção disse que “será difícil para ele reprisar o papel como se nada tivesse acontecido”. Até este momento, Knight não tomou nenhuma decisão.

Por fim, a advogada de Anderson, Moira MacFarlane, disse que o que aconteceu foi um mal-entendido quando várias pessoas o reconheceram no pub londrino. “Ele faz todo o possível para agradar os fãs da série entrando no personagem. Eles o reconheceram no Boxing Day e ele tentou fazer o jogo deles. Devido ao estilo de vida que ele leva, muitas vezes as pessoas lhe dão incentivos”, disse a advogada, explicando que as substâncias que Anderson possuía foram doadas por alguns fãs do ator. “Ele se encontrou em uma situação infeliz e deveria ter tido forças para dizer não”, concluiu.

Referência de texto: Cáñamo

Alcaloides da maconha: o que são e para que servem?

Alcaloides da maconha: o que são e para que servem?

O que a maconha, a folha de coca e todo o café têm em comum? Todos eles contêm alcaloides, um poderoso grupo de compostos medicinais encontrados em plantas de todo o mundo. Embora pouco se saiba atualmente sobre os alcaloides da cannabis, suspeita-se que eles possuam benefícios medicinais impressionantes, como outros alcaloides vegetais.

Alcaloides vs. Canabinoides

Os alcaloides são um dos grupos mais comuns de produtos químicos que têm propriedades medicinais encontradas nas plantas. Os alcaloides comumente usados ​​incluem: morfina, cocaína, nicotina, cafeína, quinina, efedrina e muitos mais. Seu nome, alcaloide, deriva da palavra álcali, produtos químicos que reagem como bases, neutralizando os ácidos. Geralmente encontrado nos tecidos externos das plantas, acredita-se que o sabor amargo dos alcaloides seja uma defesa natural das plantas para evitar que sejam comidas por herbívoros, semelhante aos canabinoides e aos terpenos, que auxiliam na prevenção da predação.

Embora canabinoides como THC, CBD, CBG e THCv sejam compostos oleosos, lipopílicos (ligam-se a gorduras) e hidrofóbicos (não se ligam à água), os alcaloides são uma classe muito diferente de produtos químicos. A maior diferença química entre alcaloides e canabinoides é que todos os alcaloides incluem um átomo de azoto que se liga a átomos de hidrogênio adicionais. Os canabinoides, por outro lado, não possuem átomos de nitrogênio e contêm uma cadeia de átomos de carbono, o que lhes confere seu caráter oleoso.

Apesar das suas diferenças, os métodos eficientes para extrair alcaloides e canabinoides das plantas consistem simplesmente em queimar as folhas ou outras partes que contenham os produtos químicos, ou realizar uma extração química. Esses métodos têm sido usados ​​há milhares de anos para ambos os tipos de produtos químicos; a cafeína do café é extraída quimicamente pela fermentação com água, a cannabis é fumada e a cocaína foi originalmente extraída através da mastigação ou preparada como chá.

Descoberta de alcaloides na maconha

A cannabis é uma planta muito complexa e foram relatados mais de 500 compostos na planta, dos quais 125 canabinoides foram isolados e/ou identificados como canabinoides. Os constituintes não canabinoides da planta incluem 42 fenólicos, 34 flavonoides, 120 terpenos e 2 alcaloides. Porém, há controversas sobre o número de alcaloides que foram identificados.

A descoberta de alcaloides na cannabis consegue, na verdade, anteceder a descoberta do primeiro canabinoide, o CBN, em 1896, em mais de uma década. Em 1881, a primeira pesquisa sobre o alcaloide canabinina foi apresentada na Conferência Farmacêutica Britânica, e dois anos depois foi descoberto outro alcaloide fisiologicamente ativo, a tetanocanabina. A pesquisa dos alcaloides da cannabis permaneceu adormecida até a década de 1970.

Em 1971, um grupo de cientistas isolou quatro alcaloides diferentes da cannabis, que chamaram de canabiminas A-D. Em 1975, duas equipes de pesquisadores da Universidade do Mississippi (UMiss) identificaram e isolaram o primeiro alcaloide espermidina, a cannabisativina, das raízes, folhas e caules de cultivares mexicanas e tailandesas. No ano seguinte, os mesmos pesquisadores da UMiss isolaram o segundo alcaloide da espermidina, a anidrocanabisativina, e mostraram que a cannabisativina poderia ser convertida em anidrocanabisativina.

Embora os alcaloides da maconha, canabisativina e anidrocanabisativina, tenham sido descobertos pela primeira vez em cultivares mexicanas e tailandesas, a anidrocanabisativina foi desde então “encontrada em amostras de plantas de Cannabis de 15 localizações geográficas diferentes”.

Qual parte da planta contém mais alcaloides?

Tal como nem todas as partes de uma planta de maconha têm a mesma quantidade de canabinoides, os alcaloides também estão distribuídos de forma desigual pela planta. Pesquisas têm demonstrado repetidamente que as raízes de cannabis não são uma fonte significativa de canabinoides ou dos terpenos acima mencionados, mas são ricas em outros compostos, incluindo alcaloides. Assim, enquanto os terpenos e os canabinoides estão concentrados principalmente nos tricomas das folhas, os alcaloides da cannabis são encontrados principalmente nas raízes (mas também podem ser encontrados nos caules e nas folhas).

Efeitos medicinais dos alcaloides da maconha

Embora os alcaloides da cannabis tenham muito potencial medicinal, as especificidades desse potencial são desconhecidas. No caso da cannabisativina e da anidrocanabisativina, “não há informação farmacológica disponível”, mas acredita-se que “existem vários compostos na raiz da cannabis com potencial atividade anti-inflamatória, incluindo alcaloides”.

Outros pesquisadores observaram que, como classe de compostos, “os alcaloides podem ser usados ​​como analgésicos, antibióticos, medicamentos anticâncer, antiarrítmicos, medicamentos para asma, antimaláricos, anticolinérgicos, broncodilatadores, laxantes, mióticos, ocitócicos, vasodilatadores, psicotrópicos e estimulantes”, e isso provavelmente inclui os alcaloides da cannabis. Um estudo sobre alcaloides da maconha descobriu que eles “têm efeitos diuréticos, analgésicos, anticancerígenos, antipiréticos e antieméticos”.

Em um estudo, uma solução de éter de petróleo de alcaloides e canabinoides da maconha teve “um curso de ação comparável ao da atropina”, um medicamento comumente administrado para reduzir o líquido no trato respiratório durante a cirurgia, que “também pode tratar envenenamento por inseticida ou cogumelo”. Não está claro até que ponto esses efeitos observados foram devidos aos alcaloides ou aos canabinoides.

Apesar de serem um dos grupos de produtos químicos medicinais mais comuns encontrados nas plantas, os alcaloides são alguns dos produtos químicos menos conhecidos na maconha. As primeiras pesquisas mostram que eles podem ter fortes benefícios medicinais como parte da comitiva de compostos medicinais da maconha.

Referência de texto: High Times

A maconha na medicina tradicional chinesa e na medicina ayurveda indiana

A maconha na medicina tradicional chinesa e na medicina ayurveda indiana

A maconha, como sabemos, é uma planta com propriedades medicinais e tem sido usada em várias culturas antigas, como a antiga medicina tradicional chinesa e a medicina ayurvédica indiana. Estas antigas tradições médicas reconheceram os benefícios terapêuticos da cannabis e a incorporaram em tratamentos para uma vasta gama de condições de saúde.

No post de hoje, exploramos o papel da maconha na medicina tradicional chinesa e na medicina ayurveda, examinando os seus usos históricos, os principais componentes químicos envolvidos e o seu efeito na saúde de acordo com estas práticas. Além disso, exploraremos os tratamentos à base de cannabis utilizados nas tradições e as considerações atuais e futuras para o seu uso no contexto médico.

Introdução ao uso da maconha na medicina tradicional chinesa e na medicina ayurvédica

No mundo da medicina, a cannabis é usada desde a antiguidade em diferentes culturas. Na antiga medicina tradicional chinesa e na medicina ayurvédica indiana, esta planta tem sido considerada valiosa pelas suas propriedades terapêuticas.

Tanto na antiga medicina chinesa como na medicina ayurveda, eles acreditam em uma abordagem holística da saúde, buscando o equilíbrio entre corpo, mente e espírito. A maconha tem sido considerada uma importante ferramenta na busca desse equilíbrio, oferecendo benefícios terapêuticos para tratar diversas enfermidades e promover o bem-estar geral.

O papel da maconha na antiga medicina tradicional chinesa: conhecimentos e aplicações

Textos clássicos chineses, como o “Shennong Ben Cao Jing” e o “Peng Tsao Kang Mu”, mencionam o uso da maconha para fins medicinais. Já foram descritas suas propriedades analgésicas, anti-inflamatórias e sedativas, utilizando-a para aliviar dores, tratar doenças respiratórias e promover relaxamento.

Na antiga medicina chinesa, a cannabis também era usada em combinação com acupuntura e fitoterapia para tratar vários distúrbios. Acreditava-se que seu uso poderia ajudar a equilibrar a energia do corpo, aliviar tensões e promover a circulação sanguínea. Hoje, alguns praticantes de medicina chinesa ainda usam a maconha de forma controlada como parte dos seus tratamentos.

A maconha pela visão da medicina ayurveda: história e usos terapêuticos

Na medicina ayurveda, a maconha, conhecida como “bhang”, tem sido mencionada em antigos textos sagrados como o “Atharva Veda”. Nestes textos são atribuídas a planta propriedades medicinais para tratar a dor, promover a digestão e estimular o apetite. Além disso, considera-se que a cannabis pode ajudar a equilibrar os doshas, ​​as energias vitais do corpo segundo a medicina ayurveda.

De acordo com os princípios ayurvédicos, a cannabis pode ter benefícios terapêuticos no tratamento de diversas doenças. Acredita-se que seu uso pode ajudar a aliviar o estresse, promover relaxamento, melhorar a qualidade do sono e reduzir inflamações. Porém, é importante ter em mente que seu uso deve ser devidamente regulamentado e supervisionado por profissionais de saúde.

Principais componentes e efeitos da maconha na saúde pela medicina tradicional chinesa e ayurveda

A cannabis contém compostos químicos conhecidos como canabinoides e terpenos, que são responsáveis ​​pelos seus efeitos medicinais. Esses compostos podem interagir com receptores no sistema endocanabinoide do corpo, influenciando processos como dor, inflamação e humor. Na antiga medicina chinesa e na medicina ayurveda, é reconhecida a importância destes componentes no uso terapêutico da planta.

Segundo a medicina ayurveda, cada indivíduo possui uma combinação única de doshas: vata, pitta e kapha. Equilibrar esses doshas é essencial para a saúde e o bem-estar. Na medicina ayurveda, acredita-se que a maconha pode ajudar a equilibrar os doshas, ​​dependendo das propriedades específicas de cada variedade e do perfil dosha de cada indivíduo. É importante ter em mente esta relação entre doshas e cannabis quando se considera o seu uso terapêutico.

Tratamentos à base de maconha na antiga medicina tradicional chinesa e na medicina ayurveda

O uso da maconha para fins medicinais não é novo. Na antiga medicina tradicional chinesa e na medicina ayurveda, as preparações à base de cannabis têm sido usadas há séculos para tratar várias doenças e enfermidades.

A maconha tem sido especialmente valorizada pela sua capacidade de aliviar dores e tratar doenças crônicas. Segundo textos antigos da medicina chinesa, a cannabis tinha propriedades analgésicas e anti-inflamatórias, tornando-a uma aliada eficaz no combate à dor e à inflamação no corpo.

Na medicina ayurveda, considerava-se que a maconha ajudava a equilibrar os doshas do corpo, principalmente no tratamento de doenças crônicas como artrite e fibromialgia. Acreditava-se que a cannabis melhorava a circulação sanguínea e aliviava a rigidez e a inflamação.

Além de seu efeito analgésico, a maconha também tem sido usada na antiga medicina tradicional chinesa e na ayurveda para tratar distúrbios do sono e do sistema nervoso. De acordo com antigos especialistas em medicina chinesa, a maconha era usada para acalmar a mente e promover um sono reparador. Acreditava-se também que ajudava a reduzir a ansiedade e o estresse, o que promovia o equilíbrio do sistema nervoso.

Na medicina ayurveda, a maconha era usada para tratar distúrbios neurológicos, como epilepsia e Parkinson. Acreditava-se que suas propriedades sedativas e antiespasmódicas eram benéficas para acalmar movimentos involuntários e reduzir os sintomas dessas doenças.

Considerações atuais sobre o uso da maconha na medicina chinesa antiga e no ayurveda

Embora a maconha tenha sido utilizada durante séculos na antiga medicina tradicional chinesa e na ayurveda, a sua utilização na medicina moderna continua a ser objeto de debate e de regulamentações rigorosas.

Os especialistas modernos estão explorando a integração da maconha na medicina tradicional, analisando as suas propriedades químicas e possíveis efeitos terapêuticos. Estão sendo realizadas pesquisas científicas para compreender melhor como a maconha interage com o corpo e como pode ser utilizada de forma segura e eficaz no tratamento de diversas doenças.

No entanto, os regulamentos e os desafios legais que rodeiam o uso medicinal da planta continuam sendo um obstáculo. Assim como no Brasil, em muitos países, a maconha continua ilegal ou o seu uso é altamente restrito. Isto dificulta o acesso dos pacientes aos tratamentos à base de cannabis e limita a investigação científica neste campo.

Apesar dos desafios atuais, os avanços científicos na compreensão dos efeitos terapêuticos da maconha oferecem perspectivas promissoras para a antiga medicina tradicional chinesa e para o ayurveda.

A integração da antiga medicina chinesa e do ayurveda na medicina moderna poderia abrir novas possibilidades de tratamento para uma ampla gama de doenças e enfermidades. No entanto, é necessário realizar mais investigação para estabelecer protocolos claros e garantir a segurança e eficácia do consumo de maconha no contexto da medicina tradicional.

A colaboração entre especialistas em medicina tradicional, cientistas e autoridades reguladoras pode ajudar a conceber políticas e regulamentos que permitam o uso seguro e eficaz da planta na antiga medicina tradicional chinesa e na ayurveda. Com uma abordagem equilibrada e uma maior compreensão científica, a maconha poderá tornar-se uma valiosa ferramenta terapêutica na medicina moderna.

Em conclusão, a maconha tem desempenhado um papel significativo na antiga medicina tradicional chinesa e na medicina ayurveda, sendo reconhecida pelas suas propriedades terapêuticas e benefícios para a saúde. À medida que a investigação científica continua a avançar, espera-se que o nosso conhecimento sobre os constituintes químicos da planta e os seus efeitos no corpo humano se expanda.

Embora existam regulamentos e desafios legais em torno do uso medicinal da maconha hoje, é importante considerar o seu potencial no tratamento de várias condições de saúde. Com uma perspectiva futura promissora, a integração da cannabis na medicina tradicional chinesa e na medicina ayurveda pode abrir novas possibilidades de tratamento e bem-estar para pessoas em todo o mundo.

Referência de texto: La Marihuana

Cannabis e libido: curiosidades sobre a maconha no sexo

Cannabis e libido: curiosidades sobre a maconha no sexo

Você já se perguntou como a maconha influencia o prazer sexual? No post de hoje você verá algumas curiosidades da maconha no sexo e algumas variedades consideradas ideais para melhorar sua vida sexual.

A maconha há muito é associada ao consumo social, apresentando diversos efeitos no corpo e na mente. Mas você sabia que a planta também pode influenciar experiências e relações sexuais? Nos últimos anos, cresceu a curiosidade sobre a possível ligação entre maconha e sexo.

Portanto, se você é usuário regular de maconha ou simplesmente está curioso com seus efeitos, você vai gostar desse artigo, pois nos aprofundaremos em algumas das curiosidades da maconha no sexo, informando sobre os possíveis benefícios e inconvenientes do uso da erva em suas experiências íntimas.

A história da maconha para fins sexuais

A história da maconha para fins sexuais é longa e variada. O uso de cannabis para melhoria sexual remonta a séculos, com evidências históricas demonstrando o seu uso em culturas antigas para fins afrodisíacos. Tal é o caso da Índia Antiga. Esta cultura afirma que existe uma relação importante entre sexo e maconha.

Na verdade, a medicina tradicional indiana aconselhava o uso de maconha para resolver problemas sexuais, como a impotência sexual ou mesmo aumentar o desejo sexual e outros tipos de doenças relacionadas com o sexo.

Que efeitos a maconha tem no sexo?

Dentre as curiosidades da maconha no sexo, podemos destacar os seguintes efeitos:

– Sensações aumentadas
– Aumento da libido
– Relaxamento e redução da ansiedade
– Alívio da dor
– Orgasmos aumentados
– Atraso da ejaculação
– Aumento da criatividade
– Alteração da percepção do tempo

Sensações aumentadas

Muitos usuários relatam maior sensibilidade e maior experiência tátil durante o sexo ao usar maconha. Isso pode levar a uma experiência sexual mais intensa e prazerosa, pois os indivíduos podem se sentir mais conectados ao seu corpo e mais sintonizados com o toque do parceiro.

Aumento da libido

Libido é o desejo sexual ou emoção relacionada à atividade sexual. Algumas pessoas afirmam que a maconha pode aumentar a libido e torná-lo mais aberto para explorar novas experiências.

Relaxamento e redução da ansiedade

Outra curiosidade da maconha no sexo tem a ver com reduzir a ansiedade e causar um estado de relaxamento. Isto porque a planta tem potencial para reduzir a ansiedade e o estresse, o que pode ter um impacto positivo nas experiências sexuais.

Muitas pessoas lutam contra a ansiedade de desempenho ou têm dificuldade em relaxar e mergulhar totalmente no momento. Ao usar maconha, algumas pessoas descobrem que conseguem se tornar desinibidas e se concentrar nos aspectos prazerosos do sexo.

Alívio da dor

Sabemos que a maconha tem propriedades curativas e que existem até variedades de cannabis contra a dor, proporcionando alívio quase imediato, mas como isso se relaciona com o sexo?

Tem muito a ver com isso! Pois pode ser especialmente benéfico para pessoas com condições que causam desconforto durante o sexo, como endometriose ou vaginismo.

Orgasmos aumentados

Uma das curiosidades da maconha no sexo que mais interessa aos usuários é a possibilidade de aumentar as experiências orgásticas. Alguns afirmam que a maconha pode causar orgasmos múltiplos mais longos e intensos.

Isso pode ser devido aos efeitos relaxantes da erva, que podem prolongar o prazer sexual e aumentar as sensações, proporcionando experiências mais duradouras e prazerosas.

Atraso da ejaculação

Para algumas pessoas, consumir maconha antes do sexo pode atrasar a ejaculação, o que ajuda a ter uma experiência melhor, prolongando potencialmente a atividade sexual.

Aumento da criatividade

Não é segredo que a maconha pode estimular a criatividade e a imaginação, e isso também ocorre na esfera sexual, dando origem a experiências sexuais mais excitantes e aventureiras.

Alteração da percepção do tempo

A maconha pode distorcer a percepção do tempo, levando a experiências sexuais mais duradouras ou proporcionando uma sensação de desaceleração do tempo.

Com isso, os usuários podem sentir que seus atos sexuais são mais extensos, o que causa maior prazer ao parceiro.

É importante ter em mente que a experiência de cada pessoa com a maconha e o sexo pode variar, e o que funciona para uma pode não funcionar para outra. É também crucial considerar o uso responsável e garantir que ambos os parceiros concordam e consentem em incorporar o consumo de maconha em práticas sexuais responsáveis.

Como o uso da maconha afeta a libido?

Entre as curiosidades da maconha no sexo, está o aumento da libido, mas como seu consumo afeta o desejo sexual?

O uso de maconha pode ter efeitos variáveis ​​sobre a libido dependendo da pessoa e da variedade de doses de maconha consumidas. Alguns estudos científicos sugerem que a maconha pode aumentar o desejo sexual e melhorar as experiências sexuais, enquanto outros indicam que pode diminuir a libido e causar disfunção erétil.

O THC, o principal composto psicoativo da maconha, pode afetar o sistema endocanabinoide do corpo, que também desempenha um papel na regulação da função sexual. Além disso, a maconha pode induzir o relaxamento e reduzir a ansiedade, o que pode impactar positivamente a excitação e o desempenho sexual de algumas pessoas.

No entanto, o uso excessivo de maconha pode levar à diminuição dos níveis de testosterona e desequilíbrios hormonais, o que pode afetar negativamente o desejo e a função sexual. É importante notar que os efeitos da maconha na libido podem ser subjetivos e variar de pessoa para pessoa.

Existem riscos potenciais ou efeitos colaterais ao combinar maconha e sexo?

Como aprendemos mais sobre os efeitos positivos ou curiosidades da maconha no sexo, é importante conhecer os riscos, efeitos colaterais ou consequências negativas que isso pode implicar.

– Diminuição do desempenho: a maconha pode prejudicar a função cognitiva e as habilidades motoras, levando à diminuição do desempenho e da satisfação sexual.

– Aumento de comportamentos de risco: a cannabis pode diminuir as inibições, levando ao envolvimento em comportamentos sexuais de risco ou à negligência de práticas sexuais seguras, aumentando o risco de infecções sexualmente transmissíveis (IST) ou gravidez indesejada.

– Diminuição da libido: em alguns casos, o uso de maconha pode levar à diminuição do apetite sexual ou da libido.

– Efeitos cognitivos: o uso de maconha pode prejudicar a concentração, a memória e a capacidade de tomar decisões, o que pode tornar a experiência sexual geral mais difícil.

Ansiedade ou paranoia: assim como pode reduzir a ansiedade, para algumas pessoas também é possível que a maconha induza sentimentos de ansiedade ou paranoia, o que pode impactar negativamente a experiência sexual e o prazer geral.

– Orgasmo atrasado ou prejudicado: para alguns indivíduos, o uso de maconha pode atrasar ou prejudicar a obtenção do orgasmo, afetando o prazer sexual.

– Interação medicamentosa: a cannabis pode interagir com certos medicamentos, como antidepressivos ou anticoagulantes, causando efeitos colaterais adversos ou reduzindo a eficácia do medicamento.

– Dependência ou vício: o uso regular ou excessivo de maconha pode levar à dependência ou vício, o que pode ter efeitos prejudiciais em vários aspectos da vida, incluindo a saúde sexual e relacionamentos.

Existem variedades de maconha que possuem propriedades afrodisíacas?

Certas variedades de cannabis contêm compostos, como terpenos e canabinoides, que podem aumentar o desejo e a excitação sexual. Esses compostos interagem com o sistema endocanabinoide do corpo, que desempenha um papel na regulação do humor, do apetite e da função sexual.

Aqui estão algumas das variedades que contêm propriedades afrodisíacas:

– Choco Haze (Zamnesia Seeds)
– Super Lemon Haze CBD (Greenhouse Seeds)
– Blueberry Cheese (Barney’s Farm)
– Sexbud (Female Seeds)
– Shining Silver (Royal Queen Seeds)

Para saber mais sobre a relação entre a maconha e o sexo, clique aqui.

Referência de texto: La Marihuana

Pin It on Pinterest